(11 a 12 anos) Apostilas FEB – Evangelização – 3º Ciclo de infância – Módulo II – O Cristianismo

3º Ciclo de infância – Módulo II
– O Cristianismo

Sinopse

Objetivo Geral do Módulo:
Compreender os fatos históricos que antecederam a vinda de Jesus como momentos preparatórios para o advento do cristianismo. Reconhecer a relação existente entre a Doutrina do cristo e o espiritismo.

Duração Provável:
14 aulas

Faixa Etária:
11 a 12 anos

I Unidade – Antecedentes históricos

1ª Aula – O decálogo
2ª Aula – João Batista, o precursor

II Unidade – Jesus e sua doutrina

3ª Aula – Jesus, nosso mestre
4ª Aula – Jesus, nosso modelo
5ª Aula – Os milagres de Jesus

III Unidade – Jesus e Kardec

6ª Aula – O consolador
7ª Aula – Missão do espiritismo
8ª Aula – A importância da ação evangelizadora

9ª Aula – Culminância

Disponível para download em: http://www.dij.febnet.org.br/evangelizador/banco-de-aulas/3o-ciclo-de-infancia-modulo-ii-o-cristianismo/

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Objetivos e Ideias básicas das aulas

I Unidade – Antecedentes históricos

1ª Aula – O decálogo

  1. * Citar fatos relacionados com o Decálogo.
  2. * Identificar os Dez Mandamentos como normas de conduta de todos os tempos e todos os povos.
  3. * Estabelecer relação entre os Dez Mandamentos e as normas de conduta a serem seguidas no nosso dia-a-dia.

* “Na lei moisaica, há duas partes distintas: a lei de Deus, promulgada no monte Sinai, e a lei civil ou disciplinar, decretada por Moisés. Uma é invariável;
a outra, apropriada aos costumes e ao caráter do povo, se modifica com o tempo.” (7)
* A revelação recebida por Moisés, chamada de Decálogo, Tábuas da Lei ou Dez Mandamentos, é o código moral que desafia o passar dos séculos. Por
isso Jesus declarou que não vinha destruir a lei, isto é, a lei divina, consubstanciada no Decálogo, mas sim, dar-lhe cumprimento. “Não penseis que vim destruir a Lei e os Profetas (…)” (Mateus, 5:17)
* Foi no Monte Sinai, durante a ocorrência de uma série de fenômenos, que Moisés recebeu de um Espírito muito elevado os Dez Mandamentos.
* Os Dez Mandamentos são normas de conduta de todos os tempos e de todos os países.
* Os Dez Mandamentos da Lei Divina contêm as normas de conduta que devemos observar em nossa vida diária, tais como: não roubar, não mentir, não
matar, respeitar pai e mãe, entre outras.

2ª Aula – João Batista, o precursor

  1. * Identificar a Missão de João Batista como a de preparador dos corações dos homens para receberem os ensinos de Jesus.

* “João Batista foi arauto do Cristo, preparando, através de suas pregações, o coração e a mente dos indivíduos para a mensagem de Jesus.
Sua tarefa foi de grande importância, pois que João deu testemunho da missão do Cristo, abrindo caminho à passagem daquele de quem Batista declarou: ‘não sou digno de desatar-lhe as correias das sandálias’ (João, 1:27).” (11)
* “João, o Batista, foi quem iniciou as pregações antes do Messias Prometido para preparar-lhe o caminho, de acordo com as profecias antigas, e conforme o próprio Jesus.
* Primo de Jesus, nascido seis meses antes, filho da velhice de Zacarias e Isabel. Tornou-se profeta na Judéia, alimentando-se de gafanhotos e mel silvestre
e vestindo-se de peles [de animais].
* Pregava no deserto a iminente vinda do Messias prometido e incitava o povo ao arrependimento dos erros e à conversão para uma nova vida, que era iniciada por um ritual de mergulho nas águas do rio Jordão, que ficou conhecido como batismo pelas águas. Foi com o batismo de João, e com o reconhecimento
deste de que Jesus era o Messias Prometido, que o Mestre começou a sua vida pública, de três anos até a sua crucificação.” (11)
* Jesus deixou-se batizar por João, para confirmar a sua missão e a do próprio João Batista.
* João Batista batizava as pessoas na água porque acreditava que desta forma as pessoas ficavam purificadas de seus defeitos.
* “João foi preso por Herodes Antipas, rei da Galiléia, a quem havia criticado por se casar de forma ilícita com a própria cunhada, Herodíades. O rei mandou decapitá–lo para agradar a enteada, a filha de Herodíades, chamada Salomé.” (11)

II Unidade – Jesus e sua doutrina

3ª Aula – Jesus, nosso mestre

  1. * Identificar Jesus como nosso Mestre e enviado do Pai para nos ensinar o caminho do bem e do amor.
  2. * “O título de Mestre, reclamado pelo próprio Cristo, esclarece muito bem a sua tarefa, que foi a de ensinar.

Ensinamento esse que foi acompanhado pelo exemplo, pela grande autoridade moral de Jesus. A profundidade dos ensinamentos do Mestre dos mestres fez de suas mensagens, contidas no Evangelho, o maior código de conduta humana. Destacam-se os seguintes pontos dos ensinamentos de Jesus:

a) o amor a Deus e ao próximo: ‘Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei.’ (João, 13:34)
b) as Consolações aos sofredores do Mundo: Jesus consolou através das bem-aventuranças contidas no ‘Sermão do Monte’, nas quais exortou os homens à
humildade, à resignação, à paciência, à pureza e à misericórdia, informando que essas virtudes conduzirão a criatura ao Criador.” (11)
* Jesus é nosso Mestre porque transmitiu o que há de mais importante para a vida de todos nós. Para ele, cada criatura é um aluno matriculado na Escola da
Terra, da qual é o Diretor.
* Jesus não só transmitiu conhecimentos, mas ainda viveu cada momento, dentro de tudo aquilo que ensinava.
* Sua condição de Mestre é afirmada por ele mesmo: “Vós me chamais de Mestre e Senhor e dizeis bem, pois eu o sou.” (João 13:13)
* A Missão de Jesus, como enviado do Pai, consistia em nos ensinar o caminho do amor, como Mestre, Condutor e Exemplificador.
* Jesus conseguia tornar simples e fácil as coisas mais difíceis. Procurava falar numa linguagem adequada ao povo e para isso ilustrava seus ensinamentos com histórias. Aos pescadores, falava sobre o mar e a pesca; à dona de casa, sobre as tarefas do lar.

4ª Aula – Jesus, nosso modelo

  1. * Identificar Jesus como o mais perfeito modelo para os homens e o exemplo vivo de tudo o que pregava.

* “Para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. (…)” (5)
* Seus ensinamentos foram acompanhados pelo exemplo e representam para nós o maior código de conduta humana.
* Resumiu os Mandamentos Divinos em um só: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”, cumprindo-o fielmente.
* Jesus nos ensinou, por meio dos exemplos, a praticar a caridade: perdoar sempre; falar sempre a verdade; amar e respeitar a natureza.

5ª Aula – Os milagres de Jesus

  1. * Dizer como a Doutrina Espírita entende os “milagres” ou o “sobrenatural”.
  2. * Analisar os milagres de Jesus, citados no Novo Testamento.
  3. * Dizer por que Jesus realizou tantos “milagres.

* “Jesus, pelos seus méritos e alto grau de desenvolvimento espiritual, realizou atos que foram considerados sobrenaturais pelo povo daquela época, por desconhecerem a totalidade das leis que regem os fenômenos da vida.
* Até hoje, a maioria das criaturas não encontra explicação para alguns fatos, tais como:
– Jesus caminha sobre as águas (Mateus, 14:22-33);
– a aparição de Jesus no caminho de Emaús (Lucas, 24:13-35);
– a transformação da água em vinho (João, 2:1-11) e outros semelhantes, por quererem interpretá-los à luz de conhecimentos insuficientes.
* O milagre ou sobrenatural não é mais que um fenômeno natural cuja lei ainda ignoramos. Dia virá em que o progresso nos levará a entendê-lo e aceitá-lo
como natural.” (11)

III Unidade – Jesus e Kardec

6ª Aula – O consolador

  1. * Explicar por que a Doutrina Espírita é o Consolador prometido por Jesus.
  2. * Analisar a diferença entre fé raciocinada e fé cega.

* “O Espiritismo realiza, (…) todas as condições do Consolador que Jesus prometeu. Não é uma doutrina individual, nem de concepção humana; ninguém
pode dizer-se seu criador. É fruto do ensino coletivo dos Espíritos, ensino a que preside o Espírito de Verdade (…).” (6)
* Embora não se possa definir a fé, entendemo-la como a força que nasce com a própria alma, certeza instintiva da existência de Deus.
* Apoiada nos fatos e na lógica, ensina-nos a Doutrina Espírita que “fé inabalável só o é a que pode encarar de frente a razão em todas as épocas da Humanidade.” (7) Por isso nos recomenda: Amai-vos e instruí-vos.

7ª Aula – Missão do espiritismo

  1. * Relacionar os ensinamentos do Cristo encontrados na Doutrina Espírita.
  2. * Reconhecer que os ensinamentos da Doutrina Espírita completam e explicam a Doutrina do Cristo.

* “O Espiritismo é de ordem divina, pois que se assenta nas próprias leis da Natureza, e estai certos de que tudo o que é de ordem divina tem grande e útil
objetivo. (…)” (7)
* “Assim como o Cristo disse: ‘Não vim destruir a lei, porém cumpri-la’, também o Espiritismo diz: ‘Não venho destruir a lei cristã, mas dar-lhe execução.’
Nada ensina em contrário ao que ensinou o Cristo; mas, desenvolve, completa e explica, em termos claros e para toda gente, o que foi dito apenas sob forma alegórica. Vem cumprir, nos tempos preditos, o que Cristo anunciou e preparar a realização das coisas futuras. (…)” (7)


8ª Aula – A importância da ação evangelizadora

  1. * Dizer o que é a evangelização Espírita.
  2. * Analisar a importância da evangelização Espírita para a melhoria dos homens e da vida na Terra.
  3. * Dizer como a evangelização Espírita pode ajudá-lo a viver bem.

* “(…) a preocupação [da evangelização] não é somente com a transmissão de conhecimentos, mas, sobretudo, com a formação moral (…)”.
* O ensinamento espírita e a moral evangélica são os elementos para promover a evangelização.
* “É através da evangelização que o Espiritismo desenvolve seu mais valioso programa de assistência educativa ao homem.
* A escola de letras continua a informar e instruir a fim de que a Ciência se fortaleça no seio das coletividades. Entretanto, é a educação religiosa que vem estimulando a moral ilibada de modo a libertar a criatura humana para os altiplanos do amor, de consciência despertada e vigilante junto aos imperativos da vida.
* Aliando sabedoria e amor alcançaremos equilíbrio em nossa faina educativa.
* Eduque-se o homem e teremos uma Terra verdadeiramente transformada e feliz!” (13)

9ª Aula – Culminância

  1. * Recordar os conhecimentosadquiridos neste módulo sobre o Cristianismo.
  2. * Relacionar os ensinamentos de Jesus com as situações do nosso dia-a-dia.

* “Não somente, porém, Jesus é atual pelas terapias de amor e pelos ensinamentos que propõe ao homem contemporâneo, mas, também, pelo exemplo de felicidade e exteriorização de paz que irradiava.
* Enquanto as ambições desregradas conduzem as inteligências ao paroxismo e à alucinação da posse, da fama, da glória, das disputas cegas, Ele ressurge na
consciência moderna em plenitude, jovial e amigo, afortunado pela humanidade e a segurança íntima.
* A atualidade necessita urgentemente de Jesus descrucificado, companheiro e terapeuta em atendimento de emergência, a fim de evitar-lhe a queda no abismo.” (12)

Bibliografia:

1. CALLIGARIS, Rodolfo. As Leis Morais. 12. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. I, III.
2. CAMARGO, Pedro. Na Seara do Mestre. 9. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2000. Pg. 62 a 66.
3. ______. Pg. 13 a 15.
4. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 86. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Perg. 614, 615 e 616.
5. ______. Perg. 625.
6. ______. A Gênese. Tradução de Guillon Ribeiro. 48. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. XVII, item 40.
7. ______. O Evangelho segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro. 124. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. I, itens 2,7 e 10, cap. XIX, itens 6 e 7.
8. JÚNIOR, Frederico Pereira da Silva. Jesus perante a Cristandade. Pelo Espírito Francisco Leite de Bittencourt Sampaio. 7. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. I, pg. 29.
9. XAVIER, Francisco Cândido & VIEIRA, Waldo. Evolução em dois Mundos. Pelo Espírito André Luiz. 23. ed. Rio de Janeiro: 2005. Cap. XX.
10. ROCHA, Cecília. Pelos Caminhos da Evangelização. 1. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 5.
11. ______. & equipe. Currículo para as Escolas de Evangelização Espírita infanto-juvenil. 3. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006.
12. FRANCO, Divaldo Pereira. Jesus e atualidade. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 6. ed. São Paulo: Pensamento, 2002. Pg. 9-10.
13. RIBEIRO, Guillon. Separata do reformador. 3. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1986. Pg. 26.

 

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